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“Ligada no 220V” Em seis meses de UFPR, Professora Cinthia já está em alta voltagem na Extensão

O que é possível fazer em seis meses? Para a Cinthia Lopes da Silva, é possível muita coisa! Desde que assumiu o cargo de professora do Departamento de Educação Física (DEF) na UFPR no final de março, ela já desenvolveu diversas atividades de Extensão vinculadas à disciplina Fundamentos do Lazer.

 

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Cinthia e o robô que utiliza em sala de aula com crianças. A peça foi construída com material reciclável, com a ajuda do marido da professora, João Loureiro Junior. “Um alerta também aos cuidados com o meio ambiente”, diz. Foto: Marco Aurélio Rodrigues Junior, estudante do DEF.

 

Cinthia é Bacharela, Licenciada, Mestra e Doutora em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). No doutorado realizou estágio no exterior na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, focada na questão da mediação pedagógica. No pós-doutorado, pesquisou a área de Comunicação com fundamentação na neurociência e sua aplicação no campo da Educação – processos de ensino e aprendizagem, na Universitat Pompeu Fabra/Barcelona-Espanha, supervisionada pelo Prof. Dr. Joan Ferrés i Prats. Atualmente cursa o segundo ano de Pedagogia pelo Centro Universitário SENAC. “A questão de ‘como’ ensinar passou a ser desafiadora para mim. Mais do que ‘o quê’ ensinar, o ‘como’ ensinar, o ‘para quem’ ensinar. E nesse ‘para quem’ eu me deparei com pessoas autistas, cegas, com questões mentais… um grande desafio para o processo de ensino e aprendizagem porque temos que chegar a todos”, justifica a professora.

Atuou como professora na Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep), na Universidade do Planalto Catarinense (Uniplac) e na Educação Básica – Secretaria da Educação do Estado de São Paulo. Coordenou o Grupo de Estudo e Pesquisa em Lazer, Práticas Corporais e Cultura (GELC)/CNPq. Atualmente na UFPR, além de professora de Bacharelado e Licenciatura na Educação Física, também atua no Programa de Pós-graduação em Educação, sendo membro da linha de pesquisa Linguagem, Corpo e Estética na Educação (LiCorEs).

 

“Está sendo muito bacana para mim ter o apoio da UFPR para desenvolver projetos na Extensão. Essa comunicação com a comunidade é muito necessária, está completando o meu trabalho. De fato, o ensino, a pesquisa e a extensão são as bases da Universidade.” — Profa. Dra. Cinthia Lopes da Silva

 

Suas pesquisas estão relacionadas aos temas lazer, tecnologia, educação e educação física escolar, tendo como base um referencial sociocultural. É membro da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-graduação em estudos do lazer (ANPEL) e da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd). Também faz parte do corpo de diretores do Conselho Internacional de Exercício e Ciências do Esporte dos países Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (BRICSCESS) e da rede internacional de acadêmicos e universitários – Eurosci Network, onde está desenvolvendo uma série de lives na temática de suas pesquisas, que unem o lazer à Educação Física escolar. Nesta quinta-feira (14), às 19h30, terá a live Superação das barreiras sociais para a democratização do lazer (acesse neste link).

Além das lives com temas abrangentes para os alunos da área de Educação Física, ela vai realizar por meio do projeto Lazer, Educação e Saúde sessões semanais de slackline no Centro Politécnico. A estrutura será instalada a partir de outubro, às sextas-feiras, das 11h30 às 12h30, na área do Centro Acadêmico de Educação Física (CAEF). Todos que quiserem podem praticar. O projeto prevê ainda a reativação da Colônia de Férias da UFPR, com duas semanas de atividades para crianças de escolas parceiras do município.

“Uma vida sem lazer é muito descompensada. Sem lazer as pessoas adoecem.” — Profa. Dra. Cinthia Lopes da Silva

 

Cinthia em demonstração de prática de Zazen. Foto: Marco Aurélio Rodrigues Junior, estudante do DEF.

Cinthia em demonstração de prática de Zazen. Foto: Marco Aurélio Rodrigues Junior, estudante do DEF.

 

Em casa, de mudança recente para Curitiba junto ao marido e seus gatinhos Yoda, Juma e Gruffi, ela medita, prática que realiza há mais de 25 anos. “O primeiro ponto que me chamou atenção foi o silêncio. A meditação que eu faço é mais tradicional, se chama Zazen, que é a meditação sentada de frente para a parede. A gente fica em silêncio. Tem uma origem no Zen Budismo, mas é uma prática que qualquer pessoa de qualquer religião pode realizar”, conta Cinthia.

Ela gosta de caminhar também e está tentando retomar seus ritmos de corrida, atividade que abandonou durante a pandemia. “Eu não dirijo, prefiro me deslocar a pé. Pego o ônibus, ando muito pela cidade… gosto de fazer isso, gosto de ter contato com a cidade, com as pessoas”, revela.

Seja bem-vinda a UFPR, Cinthia! Que esse equilíbrio entre intensidade, velocidade e serenidade inspire muitos outros projetos!

 

Por Danielle Salmória (Aspec/SCB/UFPR)

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